Chegaram de surpresa os 4. Um mentiu e os outros vieram atrás.
Já passava da uma da manhã. Foi uma alegria e também tempo de fazer camas e arranjar o sofá-cama no quarto do pequeno para nos instalarmos e ceder o nosso quarto aos meus pais.
No dia seguinte, aproveitaram (irmão, cunhada e sobrinho) a vinda à capital e foram ver o Glorioso. Enquanto isso, o projecto do tão desejado passeio pela baixa foi por água abaixo. Avançou um dia.
De manhã, alvorada sem corneta e toca a marchar para a baixa. Chegamos por volta das 11h00 ao Triunfal Arco da Rua Augusta e subimos. Primeiro um elevador, depois umas escadas estreitas e entretanto abre-se uma sala com o coração do relógio. Continua-se por um caracol que merecia uns semáforos como no Zimbório de Sta. Lúzia.
Quando, finalmente, chegámos ao topo, vêem-se as costas da Glória com os seus braços que se estendem para colocar as duas coroas de loureiro sobre as cabeças do alado Génio e do "guerreiro" Valor protegido pelo seu temível leão.
O resto? O resto é paisagem e que paisagem. Para norte, a Rua Augusta, a Sé, o Castelo, o elevador de Sta. Justa, as ruínas do Convento do Carmo.
Para Sul, ui para sul. Avista-se um elegante equídeo que transporta no dorso D.José I todo vaidoso. Esta parelha consegue adornar, na perfeição, o meio do Terreiro do Paço. Aos seus pés, o largo Tejo. À sua direita, a vermelha ponte 25 de Abril que nos guia o olhar para a outra margem até ao alto, que nos parece pequeno, Cristo Rei.
Quem quiser ver Lisboa por alto e do alto, é uma excelente oportunidade.

Deve ser mesmo fantástica a vista a partir do Arco da Rua Augusta.
ResponderEliminarParabéns pelas imagens. :)
Vês como consigo fazer comentários...normais? :)
P.