Foi no segundo andar do número 4, mesmo no canto superior esquerdo, para quem imaginar a Praça da Figueira como um enorme quadrado e estiver de costas voltadas para o rio, onde encontrei sorrisos rasgados, simpatia bairrista e o raro turco impermeável.
Tem 80 anos de existência e agora é o neto do fundador quem comanda as tropas.
O chão é de tábuas corridas, como se querem os prédios antigos da baixa, e os armários até ao teto.
Tem fitas, botões, galões, viés, tecidos e muitos mais artigos de todas as cores, feitos e medidas. É um armazém. É o Armazém Marques e Sequeira.
Aí, se eu fosse costureira a sério e das boas...iam conhecer-me pelo diminutivo. Iam tratar-me por "menina Cilinha". Mas assim, só posso lá ir de quando em vez quando precisar de drakalon, entretelas, turco e alguns tecidos.
(Não tirei fotos, mas da próxima vez não facilito)
Eu tomo sempre um ou dois drakalon ao pequeno almoço. É por causa do fortalecimento das unhas dos pés! (tb não tirei fotos às unhas mas da próxima vez não facilito).
ResponderEliminarP.